sábado, 22 de fevereiro de 2014

SÍMBOLOS DO NAZISMO E DO JUDAÍSMO



Suástica 

Queres conhecer os símbolos do nazismo e do judaísmo?
Então lê o trabalho realizado pela Cátia Teixeira do 9º D e orientado pela professora Cândida Guimarães

Símbolos do Nazismo










O uso da suástica era associado pelos teóricos nazistas à sua descendência cultural ariana dos alemães. Seguindo a teoria da invasão ariana da Índia, reivindicavam os nazis que os primeiros arianos naquele país introduziram o símbolo, que foi incorporado nas tradições , sendo a suástica o símbolo protótipo dos invasores brancos.

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Para tentar passar desapercebidos, desde vários anos atrás os grupos neo-nazis criaram uma série de combinações numéricas que podem vir ou não acompanhadas de suásticas e outros símbolos.
AH
 Também utilizado para representar o nome de Adolf Hitler.
 


HH


Heil Hitler, a saudação nazista tradicional.




SS


"SS" a identificação das unidades SS do Exército Alemão da Segunda Guerra Mundial. É conhecido também como "os relâmpagos". O formato dessas letras "S" vem do alfabeto rúnico, de onde os nazistas retiraram várias letras para usar como emblemas de suas unidades militares.





 SÍMBOLOS DO JUDAÍSMO




Estrela de Davi 



 
Estrela de Davi conhecida também como escudo supremo de Davi (David), é um símbolo em forma de estrela formada por dois triângulos sobrepostos, iguais, tendo um a ponta para cima e outro para baixo, utilizado pelo judaísmo e por seus adeptos.




 






Menorá


A Menorá é um candelabro de sete braços e é um dos principais e mais difundidos símbolos do Judaísmo. Originalmente era um objeto constituído de ouro maciço e puro, feito por Moisés para ser colocado dentro do Santo Lugar.












 
Hamsá
 
A hamsá é um talismã com a aparência da palma da mão com cinco dedos estendidos, usado por praticantes do Judaísmo e do Islão como um amuleto contra mau-olhado.

 



Cátia Teixeira Nº8 / 9ºD

 Professores em ação 4

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CLIMAS DO MUNDO



OS CLIMAS DO MUNDO 
Professores em ação 3
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Professores em ação 2

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sexta-feira, 21 de junho de 2013

No Dia do AVERT, 7 de junho de 2013, realizou-se uma exposição de


sexta-feira, 10 de maio de 2013

Projeto Memória_Torre do Tombo

A origem do nome Torre do Tombo

 As muralhas dos castelos medievais tinham várias torres, sendo uma delas a mais alta e segura. Esta torre principal era a chamada torre de menagem ou torre albarrã.

O arquivo régio foi instalado na torre de menagem do Castelo de São Jorge no tempo do rei D. Fernando. A torre passou a chamar-se do tombo, por ali se conservarem os Livros dos Tombos (livros nos quais se registavam as demarcações dos bens) da Coroa.

 O responsável pela guarda do arquivo régio era o guarda-mor. Era ele que guardava, organizava, preservava os documentos e também exercia funções fiscais e judiciais. Dada a responsabilidade deste cargo, o rei escolhia uma pessoa da sua inteira confiança.

Clica nas imagens.

 



Mapas Históricos


O Google Maps mostra como eram os caminhos do século XVIII, através de uma colecção de mapas históricos que permite visualizar como eram os países naquela data. Os documentos históricos foram disponibilizados pela Fundação David Rumsey — "Historical Map Collection.
Portugal, no século XVIII, foi desenhado pelo geógrafo italiano Giovanni Rizzi Zannoni, e corresponde à constituição do país entre os anos de 1736 e 1814. O mapa dá-nos a conhecer as fronteiras, as cidades e os distritos de terras lusas, com um grande detalhe. Além de Portugal, é possível visualizar 118 países de cinco continentes diferentes e um mapa completo da Europa de 1787 neste site :

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Sociedade senhorial_Idade Média

Para veres um power point
sobre
a
sociedade senhorial
e
a
cultura medieval
clica
na imagem.
 


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Canto Gregoriano


Canto Gregoriano

    Desde a Antiguidade a música era transmitida oralmente de geração em geração. Era essencialmente religiosa, com textos sagrados em latim, cantada a uma só voz – MONOFONIA.

       Os primeiros registos foram feitos pelos monges através de símbolos musicais.

       Foi o Papa Gregório I (século VI), que reuniu os vários cânticos religiosos existentes numa coletânea “O Antifonário”.

       Assim, passou a chamar-se Canto Gregoriano ao canto religioso em latim, sem acompanhamento instrumental e sem compasso (sem tempo forte ou fraco).

       A partir do século XII o canto Gregoriano começou a ser ornamentado com a técnica de duas vozes paralelas em simultâneo, dando-se início à POLIFONIA – palavra de origem grega que significa o uso de várias melodias ao mesmo tempo.

       A polifonia evoluiu ao longo dos tempos na música ocidental até à atualidade.

 
 Trabalho realizado por Maria Monteiro, do 7º C

Sob orientação do Prof. Jorge Guimarães

terça-feira, 9 de abril de 2013

Património de Rio Tinto

A organização cultural de identidades locais e regionais é quase sempre um processo longo e compósito que reúne diferentes estratégias simbólicas. Muitas vezes são os espaços e monumentos já desaparecidos, as personalidades e factos históricos, bem como as figuras referenciais de santos (com as suas atracções cultuais e devocionais)  que se convocam para organizar identidades locais.


Nesse sentido, a Professora Ana Antunes, articulando as disciplinas de Geografia, História, EMRC e o Clube de História e Geografia em Construção, está a orientar os seus alunos na realização de um trabalho de investigação sobre o património de Rio Tinto. Nele, através de um filme, serão recordados espaços e lugares desaparecidos ou modificados, bem como monumentos civis e religiosos.
 
Para ver o filme, clique na imagem
 


 

domingo, 7 de abril de 2013

Mulher Grega

A Inês Martins fez uma trabalho em que
compara a situação da mulher na Grécia Antiga
e a mulher na era contemporânea.
Para o veres, clica na imagem.
 
Orientado pelo Prof. Jorge Guimarães


Formação de Portugal

Clica na imagem para
veres o trabalho da
Ana Sofia
do
5º C
 
 
 
Orientado pelo Prof. Jorge Guimarães

D. Dinis

A Matilde fez um
sobre
D. Dinis

Orientado pelo Prof. Jorge Guimarães

Jogos Olímpicos

Clica


para veres o trabalho

da

Carolina Oliveira

 

 

Orientação do Prof. Jorge Guimarães

Religião Grega

Clica
para veres o trabalho
da
Ana Guimarães
 
 
Orientação do Prof. Jorge Guimarães

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Símbolos da Páscoa

A Páscoa é uma festa cristã em que se comemora a ressurreição de Jesus Cristo.
Existem alguns símbolos que marcam a comemoração da Páscoa e apresentam um significado específico. Os principais são: o cordeiro, o sino, o círio pascal, o girassol, o pão e o vinho.
Vejamos então a simbologia de cada um deles e os trabalhos elaborados pelos alunos do 5º ano de Educação Moral e Religiosa Cristã.

 
Clica aqui para veres o trabalho dos teus colegas.




domingo, 31 de março de 2013

A mulher na Grécia

Para veres o trabalho da
Maria Lima, do 7º C,
clica
AQUI 
 
 
Orientado pelo Prof. Jorge Guimarães

segunda-feira, 18 de março de 2013

História de Rio Tinto


Rio Tinto é uma cidade e freguesia do concelho de Gondomar que pertence ao distrito do Porto. È uma localidade com 9,5 km² de área e segundo as últimas estatísticas de 2011 tem cerca de 50 713 habitantes.

O nome Rio Tinto tem uma ligação com o rio que atravessa esta localidade havendo uma lenda que explica a origem deste nome. Segundo narra a lenda no início do século IX, os Cristãos ganhavam terreno aos Mouros. Na altura governava o Conde Hermenegildo Gutierres o território da Galiza até Coimbra, tendo como centro o Porto. Contudo, o Califa Abderramão II, com o seu poderoso exército, fez uma violenta investida, cercando a cidade do Porto. O Rei Ordonho II desceu em socorro do seu sogro, o Conde Gutierres, conseguindo afastar os Mouros e perseguindo-os para longe da cidade. Junto a um límpido ribeiro, travou-se a sangrenta batalha. Na memória do povo, ficou o sangue derramado que, de tão abundante, tingiu as cristalinas águas do rio, passando desde então a chamar-se Rio Tinto.

O rio atravessa a freguesia sensivelmente a meio, numa orientação aproximada Norte-Sul. Nasce em Ermesinde, muito perto do limite norte da freguesia e é a principal, e quase única, linha de água que existe na localidade. Durante séculos, o rio forneceu à população água e peixe. As lavadeiras ganhavam a vida nas suas águas, nas margens existiam os moinhos, cujos moleiros disputavam com os lavradores a água das regas. Mais recentemente, durante a última década do século XX, o rio que corre em Rio Tinto foi alvo de um crime ecológico, tendo uma parte considerável da sua extensão sido entubada e enterrada a alguns metros abaixo da superfície do solo, de forma a facilitar a expansão urbanística do pequeno município.

A povoação de Rio Tinto é anterior à criação do reino de Portugal. O lugar pertencia ao antigo julgado da Maia, e identificava-se pela existência de um antigo convento de Agostinhas, atual Quinta das Freiras, fundado em 1062.

D. Afonso Henriques, após a criação do reino de Portugal, protegeu-o dando-lhe foro de couto a 20 de Maio de 1141, foro esse renovado pelos monarcas posteriores. Este couto englobava as aldeias de Vila Cova, Ranha, Rebordãos, Quintã, Triana, Portela, Areosa, Pinheiro, Gesta, Brasileiro, Forno, Santegãos, Carreiros, Medancelhe, Casal, Lourinha, Sevilhães, Perlinhas, Ferraria, Vendas Velhas, Vendas Novas, Cavada nova, São Sebastião, Vale de Flores, Soutelo, Mendalho, Amial e Mosteiro. Em 1801 tinha 2 675 habitantes.

O convento de Agostinhas agora é conhecido pela Quinta das Freiras e atualmente são também as instalações da casa da juventude. Sendo um local de lazer muito acolhedor, com espaços verdes para passeios e tem várias ocupações para os tempos livres. Do mosteiro que caracterizava e dava importância ao couto de Rio Tinto nada resta atualmente. Sabe-se, porém, que foi extinto a 6 de Janeiro de 1535, ficando com os seus privilégios o mosteiro beneditino de Ave Maria no Porto.
Houve também outro local típico na história de Rio Tinto para além do mosteiro que foi o lugar do Monte da Burra que deve o seu nome também à época das guerras. Local de acampamento para os soldados, o Monte da Burra é assim designado porque os burros lá eram enterrados.

Em 10 de Dezembro de 1867, através de um decreto, deu-se a criação do concelho de Rio Tinto. Dele faziam parte sete paróquias civis: Águas Santas, Covelo, Gondomar, São Pedro da Cova, Rio Tinto, Valbom, São Vicente de Alfena e Valongo. Este concelho existiu até 14 de Janeiro de 1868. Em 28 de Junho de 1984 voltou a ser vila, agora com duas freguesias: Rio Tinto e Baguim do Monte. Desde 21 de Junho de 1995, onze anos depois de ter sido elevada a vila, foi oficialmente criada a cidade de Rio Tinto, constituída pelas freguesias de Rio Tinto e Baguim do Monte.

O Brasão de Rio Tinto tem o fundo azul com uma espada espetada no Rio, Tinto do sangue (lenda que atribui o nome da localidade à batalha entre Cristãos e Mouros). À direita da espada, encontram-se 2 espigas (milho e trigo) e, à sua esquerda, uma roda dentada, que lembra a atividade agrícola de outrora, e a segunda que simboliza a indústria que se foi desenvolvendo a partir do início deste século.

O PATRIMÓNIO DE RIO TINTO:

Quinta das Freiras
• Quinta de Campainha - Capela da Nossa Senhora da Conceição Antigo lugar

do mosteiro
• Capela de Nossa Senhora da Conceição
• Capela de Nossa Senhora da Lapa (Rio Tinto)
• Capela de Nosso Senhor dos Aflitos (na Triana e em Rebordãos)
• Capela de Nossa Senhora do Amparo
• Capela de Nosso Senhor do Calvário
• Capela de Nossa Senhora da Ponte
• Capela do Mártir São Sebastião (Rio Tinto)
• Capela de São Joaquim (da Obra ABC)
• Centro Cultural Amália Rodrigues
• Cripta (ou Igreja de Santa Maria de Rio Tinto) junto à Igreja Matriz
• Cruzeiro junto à Igreja Matriz
• Estação de Rio Tinto
• Igreja Matriz de Rio Tinto
• Igreja de Santo António de Corim
• Pelourinho
• Piscinas Municipais
• Prédio da Junta de Freguesia
• Quinta das Freiras
• Quinta do Perdigão (também belo exemplar da quinta dos imigrantes
brasileiros do séc. XIX)
• Quinta do Sá (típica e bela quinta dos imigrantes no Brasil do séc. XIX)


Joana Alexandre Freire 5ºC nº10