quarta-feira, 6 de março de 2013

Salazar e o Estado Novo


Dados biográficos

António Oliveira Salazar nasceu a 28 de Abril de 1889 em Vimieiro, Santa Comba Dão e faleceu, aos 81 anos, a 27 de Julho de 1970 em Lisboa.

Apoiava o partido Centro Académico da Democracia Cristã, depois União Nacional. Foi professor na Universidade de Coimbra. Ministro das Finanças (1928), a convite do general Óscar Carmona, então Presidente da República e de 1932 a 1968 foi chefe do governo.


Salazar e o Estado Novo

António de Oliveira Salazar foi presidente do ministério, entre 1932-33. Durante o seu mandato os autoritarismos foram amplamente experienciados de duas formas: a propaganda e a repressão. Com as quais assegurava a doutrinação de grande parte da população portuguesa, bem como através da polícia politica (PIDE) e da Legião Portuguesa, que combatiam todos aqueles que estavam contra o seu governo.

Trabalho de Rui Jorge Monteiro Ferreira, sob orientação de Olga Basílio

A queda da monarquia em Portugal


 
A monarquia acabou por várias razões, o descontentamento da população, a questão Africana e o Ultimato, a ação do partido Republicano e o regicídio.

Aqueles que eram pobres estavam cada vez mais pobres, o rei e a família real gastavam cada vez mais dinheiro do reino, a alta burguesia enriquecia cada vez mais com os seus lucros e os governos da monarquia não conseguiram melhorar as condições de vida do povo.

Entretanto, os países europeus mais industrializados, começaram a organizar expedições ao continente africano, para ocupar os territórios mais ricos em ouro, algodão, diamantes e café. Esses países juntamente com Portugal reuniram-se na Conferência de Berlim, aí ficou decidido que as terras africanas seriam de quem as ocupasse efetivamente. Mas Portugal tinha de defender os seus interesses, e em 1886 apresentou aos países mais interessados um mapa (chamado Mapa Cor-de-Rosa) em que exigia para si os territórios compreendidos entre Angola e Moçambique.

Em 11 de janeiro de 1890, como Inglaterra não aceitou as exigências dos portugueses, apresentou-nos um Ultimato, ou os portugueses desocupavam os territórios situados entre Angola e Moçambique, ou o governo inglês declarava guerra a Portugal, e assim o governo português viu-se obrigado a aceitar o Ultimato.

Mas, por esta altura os Republicanos achavam que à frente do país não devia estar um rei, mas sim um presidente eleito pelos portugueses, que só governasse durante alguns anos e não até à sua morte. Assim, em 31 de Janeiro de 1891 deu-se, no Porto, a primeira revolta armada contra a monarquia.

Então, no dia 1 de Fevereiro de 1908 dá-se um atentado contra a família real, onde são mortos o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro, D. Luís Filipe. E com as suas mortes foi aclamado rei D. Manuel ||.

Assim, com todas estas razões para a queda da monarquia na madrugada do dia 4 de outubro de 1910 inicia-se em Lisboa, a revolução republicana. A revolução saiu vitoriosa e na manhã de 5 de outubro de 1910, José Relvas proclama a República.



Leonor Rocha nº15 6ºF, orientado pela profª Olga Basílio

ESCRAVATURA


Uma das maiores tragédias da história da Humanidade
 

     No Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos das suas colónias em África e utilizavam-nos como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar do Nordeste.

     Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os africanos, no Brasil, como se fossem mercadorias. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro dos que eram mais fracos ou mais velhos.

 

Venda de escravos

     Vindos de África, em navios negreiros e transportados em condições desumanas. Os escravos negros eram empilhados no fundo do porão do navio aferrolhados, acorrentados, com receio de que se revoltassem e matassem todos os brancos que iam a bordo. O ar só lhes chegava pelas grades da escotilha ou por pequenas frestas. Havia sentinas, mas muitos tinham medo de perder o lugar e faziam ali mesmo as suas necessidades, de forma que o calor e o cheiro eram insuportáveis. Muitos não resistiam, morrendo asfixiados, exaustos ou doentes durante a viagem e os seus corpos eram atirados ao mar. Chegados ao destino, homens, mulheres e crianças, eram depois vendidos nos mercados de escravos como se fossem animais.

     Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas sanzalas (escuras, húmidos e com pouca higiene) acorrentadas para evitar fugas. Eram constantemente castigados fisicamente, sendo o açoite a punição mais comum.

     Eram proibidos de praticar a sua religião ou de realizar as suas festas e rituais africanos. Tinham que seguir a religião católica, imposta pelos senhores do engenho e adotar a língua portuguesa na comunicação.

     Mesmo com todas as imposições e restrições, não deixaram que a cultura africana se apagasse. Escondidos, realizavam os seus rituais, praticavam as suas festas, mantendo as suas representações artísticas e até desenvolveram uma forma de luta: a capoeira.

     As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores do engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas-de-leite foram comuns naqueles tempos.

     No século XVIII surgiu uma lei que permitia aos escravos comprar a sua liberdade após adquirirem a carta de alforria. Juntando alguns “trocados” durante a vida, conseguiam tornar-se livres. Como tinham um dia livre por semana, o que conseguissem ganhar nesse dia era para eles. Porém, quando os donos pressentiam que eles estavam a amealhar demasiado, cortavam-lhes o dia livre ou ficavam-lhes com o ganho dizendo que se o escravo lhes pertence tudo o que é do escravo lhes pertence também por direito.

     Esta lei não resolvia nada, no fundo, só servia para criar ilusões. Alguns escravos esforçavam-se ao máximo, reuniam o que era preciso e quando iam entregar o saco das moedas julgando que chegara a hora mais feliz das suas vidas, o senhor recusava.

 

                                                  Revolta dos escravos


     Foram comuns as revoltas de escravos nas fazendas.

      Os negros que conseguiam fugir refugiavam-se em locais bem escondidos e fortificados no meio das matas. Estes locais eram conhecidos como Quilombos. O mais famoso foi o Quilombo de Palmares, comandado por Zumbi.

     Nestas comunidades, eles viviam de acordo com a cultura africana, plantando e produzindo em comunidade.

     Os quilombos representaram uma das formas de resistência e combate à escravidão. Rejeitando a cruel forma de vida, os negros procuravam a liberdade e uma vida com dignidade, resgatando a cultura e a forma de viver que deixaram em África.

 

Abolição da Escravatura

 

      O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de Setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir da sua promulgação.

      Em 1855, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros com mais de 65 anos. Mas foi a 13 de Maio de 1888, através da Lei Áurea, que a liberdade total foi finalmente alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.

 
Trabalho de Leonor Cardoso, nº 17, 6ª G, orientado pela profª Olga Basílio

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Património de Rio Tinto





A organização cultural de identidades locais e regionais é quase sempre um processo longo e compósito que reúne diferentes estratégias simbólicas. Muitas vezes são os espaços e monumentos já desaparecidos, as personalidades e factos históricos, bem como as figuras referenciais de santos (com as suas atracções cultuais e devocionais)  que se convocam para organizar identidades locais.

Nesse sentido, a Professora Ana Antunes, articulando as disciplinas de Geografia, História, EMRC e o Clube de História e Geografia em Construção, está a orientar os seus alunos na realização de um trabalho de investigação sobre o património de Rio Tinto. Nele serão recordados espaços e lugares desaparecidos ou modificados, bem como monumentos civis e religiosos.

Em antecipação apresenta-se já, dada a sua raridade, uma fotografia de uma cascata natural do Rio Tinto que hoje já não existe. Assim se demonstra que os nossos jovens alunos valorizam a história local e contribuem para a preservação na memória coletiva de elementos que estruturam identidades regionais e culturais fundamentais.

 
 
 Jorge Guimarães

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

História de Rio Tinto

A Rafaela, a Mariana Ferreira e a Renata, do 5º C

também fizeram um power point sobre a

História de Rio Tinto.

Podes vê-lo clincando aqui.


Orientado pelo Prof. Jorge Guimarães

História de Rio Tinto

A Erica do 5º C

fez um

power point

sobre a

História de Rio Tinto.

Para o veres clica aqui.


Orientado pelo Prf. Jorge Guimarães

domingo, 20 de janeiro de 2013

Conquista da Linha do Tejo


realizado por
Ricardo Barbosa , João Pedro e Mariana Couto
do 5º C
Sob a orientação do Prof. Jorge Guimarães

Desenvolvimento Industrial no séc XIX

da
Gisela Amorim
do 6º G
Orientado pela Prof. Olga Basílio
da
Inês Fernandes
do 5º G
 
Orientado pela Prof. Olga Basílio

Generais Franceses


do
Rui Jorge
do 6º H
Orientado pela Prof.Olga Basílio

INVASÕES NAPOLEÓNICAS

da
Gisela Fernandes
do 6º G
Orientado pela Prof. Olga Basílio

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Romanos

Alguns trabalhos
de alunos do
 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Terramoto 1755

Clica na imagem
 

para veres o trabalho da Inês, do 6º C.
 
Orientado pelo Prof. Jorge Guimarães

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Escrita cuneiforme

Clica na imagem
para
saberes mais
sobre
os
SUMÉRIOS
e a
ESCITA CUNEIFORME
 


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Egito - culto dos mortos

Clica na imagem e conhece o power point
sobre a
crença na imortalidade da alma no Egito,
que feito pelas alunas
Ana Guimarães e Catarina Dias,
do 7ºC.
 

Instrumentos de Navegação

Clica na imagem para conheceres o trabalho sobre
instrumentos de navegação,
de Manuel Melo, do 8º A.
 
Orientado pela Prof. Cândida Guimarães

Arte da Pré-História

A Carolina e a Maria, do 7º C, fizeram um power point sobre
 
 
Orientado pelo Prof. Jorge Guimarães

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Capela de N. Srª do Amparo

 

  É uma capela particular situada junto da Estrada Nacional nº15, em Venda Nova. Integra uma quinta que pertence à família do Dr. Sousa Pereira.
  A capela possui caraterísticas da arte barroca, tais como: um frontão semicircular quebrado, um óculo com forma de eclipse e uma espécie de coroa.
  No interior, distingue-se um altar onde, no forro de madeira, se pode ver um céu pintado, imagens da Nossa Senhora do Amparo e dois anjos inclinados segurando uma grinalda de flores que coroa a Virgem. Em ambos os lados do altar, existem colunas torsas.
  Vários testemunhos referem que a igreja chegou a ser palco de festas populares.


Bibliografia: Albano Magalhães, Fátima Silva, Fina D’Armada, Licínia Lopes, Natália Correia e Olga Castro, Rio Tinto. Apontamentos monográficos, vol. 2, págs. 285 a 287. Rio Tinto, Junta de Freguesia, 1999.
 
Catarina Dias, 7º B
 
Trabalho orientado pelo
Prof. J. Guimarães

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Arte Barroca


Clica
para conheceres o trabalho de
Marco Esteves.
 
 
Orientado pela Prof. Cândida Guimarães

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Clica na imagem para veres um power-point
sobre
a arte da Pré-História.