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segunda-feira, 12 de março de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Monumentos-Torre Eiffel
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para conheceres o trabalho da
Inês Magalhães, da Ana Esteves,
da Ana Rodrigues e do João Antunes, do 5º C.
Orientado pelo Prof. Jorge Guimarães
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Símbolos Nacionais
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para conheceres o trabalho
da Catarina, da Cláudia, da Inês e do Nuno, do 5ºC.
Orientação do Prof. Jorge Guimarães
Índia e Brasil
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para conheceres o trabalho da
Inês Ricardo do 5º C.
Orientado pelo Prof. Jorge Guimarães
Barco Rabelo
para conheceres o trabalho
da Eduarda, do Bruno e do Diogo, do 5ºC.
Sob a orientação do Prof Jorge Guimarães
Constituição de 1822
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para conheceres o trabalho da
Ana Guimarães
e da
Catarina Dias, do 6ºC
Orientação do Prof. Jorge Guimarães
SOLIDARIEDADE
SOLIDARIEDADE
É Saber dar;
É Saber amar;
É Saber estar disponível;
É Saber não ignorar.
Dia 15 de Março
Juntos conseguimos!
9ºD e professora de Geografia Paula Costa
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Voluntariado para a Preservação do Meio Ambiente
A importância do voluntariado considerado como um conjunto de ações de interesse social e comunitário prestado por conjuntos de cidadãos é a de que as atividades desenvolvidas e o serviço/trabalho prestado revertem a favor da comunidade de forma gratuita e em prol de um bem comum.
Para a aplicação prática destas medidas devem ser desenvolvidas ações de
Trabalho realizado por alunos do 8º ano / Turma A.
As ações de voluntariado inserem-se numa postura de cidadania ativa e de participação na vida das comunidades locais.
Nesse sentido pretende-se que as comunidades escolares se transformem em COMUNIDADES EDUCATIVAS AMBIENTAIS com o apoio do Município, partindo de dentro das organizações( Escola e o Municipio) para fora- alavancado ações da e na comunidade num sentido de aprendizagem constante ao longo da vida sustentado no Saber Fazer e da aprendizagem pelo exemplo. A natureza é a Vida, nós somos uma parte da natureza para que o Homem subsista torna-se imprescindível que preserve e cuide o seu ambiente.
A poluição da natureza pode resultar em danos à saúde e provocar a morte de muitos animais e plantas e alterar as condições de vida e existência do Homem.A água é um bem comum e um direito de todos mas a água é hoje o bem mais escasso do planeta e a razão pela qual morrem milhões de crianças.
Os fogos que são um flagelo a nível mundial e que tem vindo a tornar-se num grave problema em Portugal para além de destruir a floresta e a fauna ainda agravam os problemas ambientais devido à emissão maciça de gases perigosos para a atmosfera( como dióxido e monóxido de carbono )A ação de cada um conta, não há desculpas, passo a passo se faz o caminho e por isso a ação voluntária de cada um como cidadão e a sua implicação em cada outro em cadeia pode levar à mudança.
Propõem-se assim a criação de :
1- equipa escolares de voluntariado ambiental , partindo de clubes e com toda a comunidade educativa; pais, funcionários ,professores e alunos2-Equipas de vigilância municipal( equipas municipais e /ou de freguesia )
Que interajam entre si e em conjunto criem e desenvolvam ações de intervenção localPara a aplicação prática destas medidas devem ser desenvolvidas ações de
1- Divulgação /comunicação
Com criação de página do “FACE”, blogues e ações de sensibilização junto da população2- Identificação de casos e problemas
As equipas escolares e municipais identificam situações e recebem comunicação de situações3- Ações de intervenção e resolução
As equipas escolares e municipais programam ações de intervenção Agradecendo a vossa atenção contando com o vosso apoio na votação.
Orientado pela professora Ana Cunha
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Torre dos Clérigos
Considerada por muitos o ex libris da cidade do Porto, esta torre sineira faz parte da igreja com o mesmo nome, construída entre 1754 e 1763, a partir de um projeto de Nicolau Nasoni. Foi mandada erigir por D. Jerónimo de Távora Noronha Leme e Sernache, a pedido da Irmandade dos Clérigos Pobres. A torre, foi a última construção do conjunto dos Clérigos, dos quais fazem parte a igreja e uma enfermaria. Foi iniciada em 1754. Tem seis andares e 75 metros de altura, que se sobem por uma escada em espiral com 240 degraus. Era, na altura da sua construção, o edifício mais alto de Portugal. No primeiro andar apresenta uma porta encimada pela imagem de São Paulo, tendo por debaixo, inserido num medalhão, um texto de São Paulo, na Carta aos Romanos. A espessura das paredes do primeiro andar, em granito, chega a atingir os dois metros. Destacam-se as janelas abalaustradas do último andar, mais comprimido e decorado, e os quatro mostradores de relógio.
Movimentos Artísticos 1900-1914
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Para conheceres o trabalho do Fábio, da Joana, da Mariana e do Renato.
Orientado pela Prof. Cândida Guimarães
A Herança Romana
É durante o século III a.C. que os Romanos chegam à Península Ibérica. Segundo um escritor romano, a Península era uma região fértil, onde existia em abundância cereais, azeite, vinho, cavalos e toda a espécie de metais.
Dotados de uma civilização muito avançada, foi fácil aos Romanos dominarem os povos da Península, com exceção dos Lusitanos que, sob o comando de Viriato, lhes ofereceram resistência durante mais de um século.
Viriato chefiou a resistência dos Lusitanos efectuando ataques-surpresa e emboscadas contra os soldados romanos: atraíam os soldados romanos para montes e desfiladeiros, fazendo-os cair em armadilhas.
Esta luta só terminou com o assassinato de Viriato. O domínio romano impôs-se então em toda a Península Ibérica.
Às mudanças introduzidas pelos Romanos na Península Ibérica e à volta de todo o mar Mediterrâneo chamou-se romanização. Progressivamente, as populações do império foram adquirindo os hábitos, a forma de vida e a própria língua dos Romanos.
A romanização manifestou-se por meio de profundas transformações.
Os romanos deixaram-nos vestígios marcantes da sua cultura que ainda hoje são visíveis. Muitas das suas construções continuam a ser usadas como estradas e pontes. Algumas destas construções, pela raridade e pelo valor artístico fazem parte do nosso património histórico.
Os Romanos deixaram-nos uma importante herança e foram importantíssimos para a nossa cultura. Eu própria tenho no meu nome a palavra “Romano” uma vez que os meus avós maternos são originários de Torre Dona Chama, local em Trás-os-Montes onde existiu uma vasta influência romana e onde existe uma Ponte Romana sobre um afluente do rio Tua.
Dotados de uma civilização muito avançada, foi fácil aos Romanos dominarem os povos da Península, com exceção dos Lusitanos que, sob o comando de Viriato, lhes ofereceram resistência durante mais de um século.
Imagem do Exército Romano
Os Romanos eram originários da península Itálica e pretendiam formar um Império conquistando, para isso, todas as regiões à volta do Mar Mediterrâneo ao qual chamavam “Mare Nostrum”.
Os Romanos possuíam um exército muito bem organizado com soldados bem treinados – os legionários. A receção à conquista romana foi mais favorável entre as populações do sul da Península Ibérica, que estavam mais habituadas ao contacto com os povos mediterrânicos. As populações do Norte sentiram a presença romana como uma invasão de uma cultura estranha. Entre os Lusitanos e os Romanos foi travada uma longa e dura guerra.Viriato chefiou a resistência dos Lusitanos efectuando ataques-surpresa e emboscadas contra os soldados romanos: atraíam os soldados romanos para montes e desfiladeiros, fazendo-os cair em armadilhas.
Esta luta só terminou com o assassinato de Viriato. O domínio romano impôs-se então em toda a Península Ibérica.
Às mudanças introduzidas pelos Romanos na Península Ibérica e à volta de todo o mar Mediterrâneo chamou-se romanização. Progressivamente, as populações do império foram adquirindo os hábitos, a forma de vida e a própria língua dos Romanos.
A romanização manifestou-se por meio de profundas transformações.
Os romanos deixaram-nos vestígios marcantes da sua cultura que ainda hoje são visíveis. Muitas das suas construções continuam a ser usadas como estradas e pontes. Algumas destas construções, pela raridade e pelo valor artístico fazem parte do nosso património histórico.
Os Romanos deixaram-nos uma importante herança e foram importantíssimos para a nossa cultura. Eu própria tenho no meu nome a palavra “Romano” uma vez que os meus avós maternos são originários de Torre Dona Chama, local em Trás-os-Montes onde existiu uma vasta influência romana e onde existe uma Ponte Romana sobre um afluente do rio Tua.
Trabalho realizado por Inês Romano Correia Alves, 5º A, nº11com orientação da prof. Madalena Esteves
O CONDADO PORTUCALENSE
Durante a Reconquista Cristã da Península Ibérica, quando os reis cristãos tinham dificuldades em vencer os Muçulmanos, pediam auxílio aos outros reinos cristãos na Europa.
A pedido de D. Afonso VI, rei de Leão e Castela, acorreram à Península Ibérica muitos cavaleiros cristãos (cruzados) para lutar contra os mouros.
O Condado Portucalense era uma parcela de terra que ia do rio Minho ao rio Douro. Foi entregue a um nobre francês, de nome conde D. Henrique de Borgonha como recompensa de ter ajudado o rei de Leão, na “ Reconquista Cristã”, ou seja, a reconquistar os territórios aos mouros. O seu senhor (o conde) tinha alguma autonomia e liberdade de movimentos apesar de continuar a prestar vassalagem ao seu rei. O problema é que muitos dos senhores dos condados queriam ter mais autonomia e, talvez, até tornarem-se reis. Assim, o Conde D. Henrique tentou tudo para conseguir maior autonomia para o seu território, apoiado por outros nobres.
Felizmente, o seu filho Afonso Henriques (o futuro primeiro rei de Portugal) não queria deixar este sonho morrer e decidiu prosseguir com a política do pai. Apesar de D. Afonso ser muito corajoso, a tarefa de tornar o condado independente foi muito complicada.
A pedido de D. Afonso VI, rei de Leão e Castela, acorreram à Península Ibérica muitos cavaleiros cristãos (cruzados) para lutar contra os mouros.
O Condado Portucalense era uma parcela de terra que ia do rio Minho ao rio Douro. Foi entregue a um nobre francês, de nome conde D. Henrique de Borgonha como recompensa de ter ajudado o rei de Leão, na “ Reconquista Cristã”, ou seja, a reconquistar os territórios aos mouros. O seu senhor (o conde) tinha alguma autonomia e liberdade de movimentos apesar de continuar a prestar vassalagem ao seu rei.
Felizmente, o seu filho Afonso Henriques (o futuro primeiro rei de Portugal) não queria deixar este sonho morrer e decidiu prosseguir com a política do pai. Apesar de D. Afonso ser muito corajoso, a tarefa de tornar o condado independente foi muito complicada.
Torre dos Clérigos
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para conheceres o trabalho que
o Ivi e o Rui, do 6º D
fizeram no âmbito do projeto
"Adota um Monumento"
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Terramoto de 1755
Clique AQUI para aceder ao trabalho que, sob a orientação da Prof Olga Basílio, Catarina Sousa (6ºF) realizou sobre os acontecimentos do dia 1 de novembro de 1755.
domingo, 18 de dezembro de 2011
D. PEDRO IV
D. Pedro IV, oitavo rei da dinastia de Bragança, era filho de D. João VI e de D.Carlota Joaquina.
Ø Os liberais que na sua grande maioria eram burgueses, comerciantes, proprietários, juízes, médicos e defendiam uma monarquia liberal, que praticasse a divisão de poderes em legislativo, executivo e judicial;
Ø Os absolutistas que sua grande maioria eram nobres e clérigos, que defendiam a monarquia absoluta, em que o poder ficava concentrado nas mãos do rei.
Quando D. Pedro IV soube que, em Portugal, D. Miguel e os seus pares perseguiam, prendiam e matavam muitos liberais resolveu deixar o Brasil e vir para a Europa. Juntou-se aos liberais que se tinham refugiado na ilha Terceira, nos Açores, organizou um exército e em 8 de Junho de 1832 desembarcou na praia de Pampelido/Mindelo.
Quando tinha nove anos partiu para o Brasil com a família real e, com apenas 23 anos ficou a governá-lo, dado que o seu pai regressou a Portugal em 1821.
Em 1822 proclama a independência do Brasil e torna-se no seu primeiro imperador. Quando o seu pai morreu, D. Pedro não desejava sair do Brasil e para garantir a sucessão ao trono decidiu abdicar em favor de sua filha D. Maria da Glória. Como esta tinha apenas 7 anos de idade, D. Pedro nomeia como regente o seu irmão D. Miguel. Este deveria governar de acordo com as leis liberais e, casar com com a sobrinha quando esta atingisse a maioridade.
D. Miguel, que era adepto dos ideais absolutistas, em 1828 dissolveu as Cortes e fez-se aclamar rei de Portugal. Nesta altura existiam dois grupos rivais:
Ø Os liberais que na sua grande maioria eram burgueses, comerciantes, proprietários, juízes, médicos e defendiam uma monarquia liberal, que praticasse a divisão de poderes em legislativo, executivo e judicial;
Trabalho realizado por
Beatriz Coelho, nº 5, 6ªF,
com orientação da profª Olga Basílio
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