domingo, 26 de fevereiro de 2012

Índia e Brasil

Clica no mapa
para conheceres o trabalho da
Inês Ricardo do 5º C.
Orientado pelo Prof. Jorge Guimarães


Barco Rabelo


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para conheceres o trabalho
da Eduarda, do Bruno e do Diogo, do 5ºC.

Sob a orientação do Prof Jorge Guimarães

Constituição de 1822

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para conheceres o trabalho da
Ana Guimarães
e da
Catarina Dias, do 6ºC

Orientação do Prof. Jorge Guimarães

SOLIDARIEDADE

SOLIDARIEDADE

É Saber ajudar;

É Saber dar;

É Saber amar;

É Saber estar disponível;

É Saber não ignorar.

 

Dia 15 de Março

Juntos conseguimos!



9ºD e professora de Geografia Paula Costa

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Voluntariado para a Preservação do Meio Ambiente

A importância do voluntariado considerado como um conjunto de ações de interesse social e comunitário prestado por conjuntos de cidadãos é a de que as atividades desenvolvidas e o serviço/trabalho prestado revertem a favor da comunidade de forma gratuita e em prol de um bem comum.

As ações de voluntariado inserem-se numa postura de cidadania ativa e de participação na vida das comunidades locais.
Nesse sentido pretende-se que as comunidades escolares se transformem em COMUNIDADES EDUCATIVAS AMBIENTAIS com o apoio do Município, partindo de dentro das organizações( Escola e o Municipio) para fora- alavancado ações da e na comunidade num sentido de aprendizagem constante ao longo da vida sustentado no Saber Fazer e da aprendizagem pelo exemplo. 

A natureza é a  Vida, nós somos uma parte da natureza para que o Homem subsista torna-se imprescindível que preserve e cuide o seu ambiente.
A poluição da natureza pode resultar em danos à saúde e provocar a morte de muitos animais e plantas e alterar as condições de vida e existência do Homem.

A água é um bem comum e um direito de todos mas a água é hoje o bem mais escasso do planeta e a razão pela qual morrem milhões de crianças.
Os fogos que são um flagelo a nível mundial e que tem vindo a tornar-se num grave problema em Portugal para além de destruir a floresta e a fauna ainda agravam os problemas ambientais devido à emissão maciça de gases perigosos para a atmosfera( como dióxido e monóxido de carbono )

A ação de cada um conta, não há desculpas, passo a passo se faz o caminho e por isso a ação voluntária de cada um como cidadão e a sua implicação em cada outro em cadeia pode levar à mudança.

Propõem-se assim a criação de :
1- equipa escolares de voluntariado ambiental , partindo de clubes e com toda a comunidade educativa; pais, funcionários ,professores e alunos

2-Equipas de vigilância municipal( equipas municipais e /ou de freguesia )
Que interajam entre si e em conjunto criem e desenvolvam ações  de intervenção local

Para a aplicação prática destas medidas devem ser desenvolvidas ações de

1-     Divulgação /comunicação
Com criação de página do “FACE”, blogues e ações de sensibilização junto da população

2-     Identificação de casos e problemas
As equipas escolares e municipais identificam situações e recebem comunicação de situações

3-     Ações de intervenção e resolução
As equipas escolares e municipais programam ações de intervenção

Agradecendo a vossa atenção contando com o vosso apoio na votação.

                                                            Trabalho realizado por alunos do 8º ano / Turma A.
Orientado pela professora Ana Cunha

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Torre dos Clérigos

Considerada por muitos o ex libris da cidade do Porto, esta torre sineira faz parte da igreja com o mesmo nome, construída entre 1754 e 1763, a partir de um projeto de Nicolau Nasoni. Foi mandada erigir por D. Jerónimo de Távora Noronha Leme e Sernache, a pedido da Irmandade dos Clérigos Pobres. A torre, foi a última construção do conjunto dos Clérigos, dos quais fazem parte a igreja e uma enfermaria. Foi iniciada em 1754. Tem seis andares e 75 metros de altura, que se sobem por uma escada em espiral com 240 degraus. Era, na altura da sua construção, o edifício mais alto de Portugal. No primeiro andar apresenta uma porta encimada pela imagem de São Paulo, tendo por debaixo, inserido num medalhão, um texto de São Paulo, na Carta aos Romanos. A espessura das paredes do primeiro andar, em granito, chega a atingir os dois metros. Destacam-se as janelas abalaustradas do último andar, mais comprimido e decorado, e os quatro mostradores de relógio.
 

 Trabalho realizado por Daniela Sofia Aranha da Cunha Guimarães, 5ºA, Nº6, com  orientação da  prof. Madalena Esteves

Movimentos Artísticos 1900-1914

Clica


Para conheceres o trabalho do Fábio, da Joana, da Mariana e do Renato.
Orientado pela Prof. Cândida Guimarães


A Herança Romana

   É durante o século III a.C. que os Romanos chegam à Península Ibérica. Segundo um escritor romano, a Península era uma região fértil, onde existia em abundância cereais, azeite, vinho, cavalos e toda a espécie de metais.
   Dotados de uma civilização muito avançada, foi fácil aos Romanos dominarem os povos da Península, com exceção dos Lusitanos que, sob o comando de Viriato, lhes ofereceram resistência durante mais de um século.

Imagem do Exército Romano

   Os Romanos eram originários da península Itálica e pretendiam formar um Império conquistando, para isso, todas as regiões à volta do Mar Mediterrâneo ao qual chamavam “Mare Nostrum”.
   Os Romanos possuíam um exército muito bem organizado com soldados bem treinados – os legionários. A receção à conquista romana foi mais favorável entre as populações do sul da Península Ibérica, que estavam mais habituadas ao contacto com os povos mediterrânicos. As populações do Norte sentiram a presença romana como uma invasão de uma cultura estranha. Entre os Lusitanos e os Romanos foi travada uma longa e dura guerra.
   Viriato chefiou a resistência dos Lusitanos efectuando ataques-surpresa e emboscadas contra os soldados romanos: atraíam os soldados romanos para montes e desfiladeiros, fazendo-os cair em armadilhas.
   Esta luta só terminou com o assassinato de Viriato. O domínio romano impôs-se então em toda a Península Ibérica.
   Às mudanças introduzidas pelos Romanos na Península Ibérica e à volta de todo o mar Mediterrâneo chamou-se romanização. Progressivamente, as populações do império foram adquirindo os hábitos, a forma de vida e a própria língua dos Romanos.
   A romanização manifestou-se por meio de profundas transformações.
   Os romanos deixaram-nos vestígios marcantes da sua cultura que ainda hoje são visíveis. Muitas das suas construções continuam a ser usadas como estradas e pontes. Algumas destas construções, pela raridade e pelo valor artístico fazem parte do nosso património histórico.
   Os Romanos deixaram-nos uma importante herança e foram importantíssimos para a nossa cultura. Eu própria tenho no meu nome a palavra “Romano” uma vez que os meus avós maternos são originários de Torre Dona Chama, local em Trás-os-Montes onde existiu uma vasta influência romana e onde existe uma Ponte Romana sobre um afluente do rio Tua.

Trabalho realizado por Inês Romano Correia Alves, 5º A, nº11com  orientação da prof. Madalena Esteves

O CONDADO PORTUCALENSE

   Durante a Reconquista Cristã da Península Ibérica, quando os reis cristãos tinham dificuldades em vencer os Muçulmanos, pediam auxílio aos outros reinos cristãos na Europa.
   A pedido de D. Afonso VI, rei de Leão e Castela, acorreram à Península Ibérica muitos cavaleiros cristãos (cruzados) para lutar contra os mouros.
   O Condado Portucalense era uma parcela de terra que ia do rio Minho ao rio Douro. Foi entregue a um nobre francês, de nome conde D. Henrique de Borgonha como recompensa de ter ajudado o rei de Leão, na “ Reconquista Cristã”, ou seja, a reconquistar os territórios aos mouros. O seu senhor (o conde) tinha alguma autonomia e liberdade de movimentos apesar de continuar a prestar vassalagem ao seu rei. O problema é que muitos dos senhores dos condados queriam ter mais autonomia e, talvez, até tornarem-se reis. Assim, o Conde D. Henrique tentou tudo para conseguir maior autonomia para o seu território, apoiado por outros nobres.
   Felizmente, o seu filho Afonso Henriques (o futuro primeiro rei de Portugal) não queria deixar este sonho morrer e decidiu prosseguir com a política do pai. Apesar de D. Afonso ser muito corajoso, a tarefa de tornar o condado independente foi muito complicada.

Trabalho realizado por Daniela Sofia A. da Cunha Guimarães, 5ºA, Nº6, com orientação  da prof. Madalena Esteves

Torre dos Clérigos

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para conheceres o trabalho que
o Ivi e o Rui, do 6º D
fizeram no âmbito do projeto
"Adota um Monumento"

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

História Social e dos Costumes


Trabalho orientado pela Prof. Cândida Guimarães

Arquitetura Contemporânea

Clique
Trabalho oirentado pela Prof. Cândida Guimarães


Movimentos Artísticos


Trabalho orientado pela Prof Cândida Guimarães

Revolução de 1820

Clique AQUI para apreciar o trabalho de Miguel Costa orientado pela Prof. Olga Basílio.

Revolução de 1910

Clique AQUI para ver o trabalho de Gonçalo Moura, do 6ºF, orientado pela Prof. Olga Basílio.

Terramoto de 1755

Clique AQUI para aceder ao trabalho que, sob a orientação da Prof Olga Basílio, Catarina Sousa (6ºF) realizou sobre os acontecimentos do dia 1 de novembro de 1755.

domingo, 18 de dezembro de 2011

D. PEDRO IV

      D. Pedro IV, oitavo rei da dinastia de Bragança, era filho de D. João VI e de D.Carlota Joaquina.

      Quando tinha nove anos partiu para o Brasil com a família real e, com apenas 23 anos ficou a governá-lo, dado que o seu pai regressou a Portugal em 1821.

      Em 1822 proclama a independência do Brasil e torna-se no seu primeiro imperador. Quando o seu pai morreu, D. Pedro não desejava sair do Brasil e para garantir a sucessão ao trono decidiu abdicar em favor de sua filha D. Maria da Glória. Como esta tinha apenas 7 anos de idade, D. Pedro nomeia como regente o seu irmão D. Miguel. Este deveria governar de acordo com as leis liberais e, casar com com a sobrinha quando esta atingisse a maioridade.

     D. Miguel, que era adepto dos ideais absolutistas, em 1828 dissolveu as Cortes e fez-se aclamar rei de Portugal. Nesta altura existiam dois grupos rivais:
 
Ø  Os liberais que na sua grande maioria eram burgueses, comerciantes, proprietários, juízes, médicos e defendiam uma monarquia liberal, que praticasse a divisão de poderes em legislativo, executivo e judicial;
 Ø  Os absolutistas que sua grande maioria eram nobres e clérigos, que defendiam a monarquia absoluta, em que o poder ficava concentrado nas mãos do rei.

       Quando D. Pedro IV soube que, em Portugal, D. Miguel e os seus pares perseguiam, prendiam e matavam muitos liberais resolveu deixar o Brasil e vir para a Europa. Juntou-se aos liberais que se tinham refugiado na ilha Terceira, nos Açores, organizou um exército e em 8 de Junho de 1832 desembarcou na praia de Pampelido/Mindelo.
 

Trabalho realizado por
Beatriz Coelho, nº 5, 6ªF,
com orientação da profª Olga Basílio

As Invasões Francesas

      Em 1789, no século XVIII, na capital de França, Paris, ocorreu uma revolução que ficou conhecida por Revolução Francesa. Foi organizada por um movimento cultural chamado iluminismo que defendia que todos os homens eram iguais perante a lei e que todos tinham os mesmos direitos e deveres (o lema deles era igualdade, fraternidade e liberdade).

      Todas estas ideias eram diferentes das praticadas pela monarquia absoluta, que governava sem ouvir as Cortes e sem ouvir a Nação. Onde a sociedade era profundamente desigual e injusta, pois a nobreza e o clero eram donos de quase tudo, vivendo com muitos privilégios, enquanto o povo vivia muito mal tendo que pagar pesados impostos.

      Durante este tempo os reis de França, Luís XVI e Maria Antonieta, bem como milhares de pessoas foram presas e mortas.

      Este acontecimento em França fez com que alguns reis absolutistas da Europa, se sentissem ameaçados, se unissem e declarassem guerra à França.

      Passado alguns anos com Napoleão Bonaparte à frente do governo francês, a França conseguiu dominar vários países da Europa.

      Mas a Inglaterra resistiu à tentativa de domínio francês. Napoleão Bonaparte sendo um homem inteligente utilizou como estratégia, no dia 21 de Novembro de 1806, fechou todos os portos aos ingleses para que eles não se pudessem abastecer na Europa, a isso se chamou Bloqueio Continental.

      Portugal, não aderiu ao bloqueio porque tinha uma velha aliança com Inglaterra. Por essa razão foi invadido três vezes pelos exércitos franceses.

      Quando, em Lisboa, se soube que o exército francês vinha a caminho, a família real portuguesa e a corte decidiram, em 27 de novembro de 1807, partir para o Brasil, pois tinham receio de serem presos ou mortos pelos franceses, tal como tinha acontecido com os reis franceses.

      Com a família real partiram muitos nobres e altos funcionários, tendo o príncipe regente D. João (que governava Portugal desde 1799, devido à doença mental de sua mãe, a rainha D. Maria I) nomeado para governar uma Junta de Regência, presidida pelo marquês de Abrantes.


1ª Invasão Francesa

      A 1ª invasão francesa, chefiada pelo General Jean-Andoche Junot, ocorreu em 1807.

      O General Junot entrou em Portugal no dia 19 de novembro, por Castelo Branco. No dia 23 chegou a Abrantes. No dia 27, os seus exércitos chegam à Golegã e ao Cartaxo no dia 28. No dia 29, partiram para Lisboa só chegando lá no dia 30, pelas 9 da manhã.

      O General Junot, acabado de chegar a Lisboa, tomou duas importantes decisões:

·        No Castelo de S. Jorge, a bandeira portuguesa foi substituída pela bandeira francesa.

·        Decidiu ser ele próprio a governar o país, acabando com a Junta de Regência, nomeada pelo príncipe D. João.

      Com os seus 50 mil soldados distribuídos pelo país, os franceses começaram a destruir culturas, incendiar povoações e matar pessoas. Roubaram tudo o que tinha mais valor das igrejas, casas e solares portugueses.

      O povo português não gostou e reagiu contra as tropas francesas, criando vários movimentos de resistência por todo o país.

      Mais tarde Portugal pediu auxílio à sua aliada Inglaterra. Os ingleses enviaram cerca de 9000 militares, que desembarcaram na praia de Lavos, perto da Figueira da Foz.

       Com um exército anglo-português comandado por Arthur Wellesley¸ em agosto de 1808, conseguiram ganhar as batalhas da Roliça (em Óbidos) e do Vimeiro (na Lourinhã).

      O General Junot admitindo a sua derrota, assinou um tratado que ficou conhecido por Convenção de Sintra, no qual obrigava os exércitos franceses a sair de Portugal.
                                                                                                                    
                                                                                                                     

2ª Invasão Francesa

      Assim sendo, o General Junot, voltou para França com os seus exércitos. Napoleão Bonaparte insatisfeito com o seu fracasso e não se conformando com a derrota, enviou novamente as tropas francesas, mas agora comandadas pelo Marechal Nicolas Jean de Dieu Soult, E assim começou em Março de 1809, a 2ª invasão francesa.

      Na 2º invasão, os exércitos franceses entraram em Portugal, pelo Norte (Chaves) dirigindo-se para a cidade do Porto. Quando os franceses tentaram entrar na cidade, os habitantes com medo das tropas, fugiram pela única ponte que existia. Essa ponte era feita de barcas encostadas umas às outras, com o peso da população apavorada, tentando chegar à outra margem do rio Douro (Gaia) acabou por ceder e centenas de pessoas morreram afogadas. Este acontecimento ficou conhecido como tragédia da ponte das barcas.

      Contudo as tropas francesas são novamente derrotadas pelo exército anglo-português não chegando a atravessar o rio Douro.

      O exército português é reorganizado pelos Ingleses, e são construídas as linhas de Torres Vedras, fortificações que servem para defender Lisboa.


3ª Invasão Francesa

      Mais uma vez Napoleão Bonaparte, não desiste de invadir Portugal e ordena uma 3ª Invasão, comandada pelo marechal André Massena. 

      Em 1810, o exército francês entra pela Beira Alta, e vai para Viseu, onde fica instalado. O exército anglo-português, sabendo que franceses se dirigiam para a Coimbra foi ao seu encontro. E ai ocorreu uma batalha que ficou conhecida pela Batalha do Buçaco, que provocou muitas baixas nas tropas francesas, acabando por o exército português vencer.

      O marechal Massena não desistiu, e dirigindo-se para sul, tentou conquistar Lisboa mas não conseguiu passar as linhas de Torres Vedras (que tinha como fortes mais importantes os de S. Vicente (em Torres Vedras), Alqueidão (em Sobral) e S. Julião (em Oeiras).

      Massena reconhece a sua derrota e retira-se definitivamente de Portugal no dia 4 de março de 1811.



Trabalho elaborado por
José Diogo Gomes, nº 12, 6º E,
com orientação da profª Olga Basílio 

O luxo na corte do reinado de D. João V

 
      A corte de D. João V tornou-se famosa pela sua riqueza e exibição. Os palácios do rei, como o palácio da Ribeira ou o das Necessidades tinham mobiliário rico e com grande luxo. Este era quase todo revestido a talha dourada e os objetos de decoração eram de prata, peças de loiça vindas da Índia e os móveis – papeleiras, cómodas e contadores, entre outros – eram de madeiras exóticas como o pau-brasil.
      Para mostrar toda a sua riqueza, o D. João VI organizava bailes onde se dançava a pavana e o minuete ao som do violino ou do cravo. As touradas que eram quase obrigatórias nas festas da corte.
      Na Corte para além dos bailes faziam-se vários jogos, como cartas, damas e dados. Assistia-se a sessões de poesia, de música e a representações teatrais. Era também muito apreciado o espetáculo de ópera.
      Muitas vezes, o rei organizava riquíssimos banquetes, onde se serviam quarenta ou mais pratos e, à sobremesa, os doces eram variados. O café, o chá e o chocolate eram servidos em peças de ouro, prata e porcelana. No final das refeições, os homens aspiravam o seu rapé (pó de tabaco).
      O luxo na corte não se caraterizava apenas pelos banquetes, mas também pela aparência física das pessoas. Tornou-se comum o uso de perucas com cachos, os enfeites de ouro e pedras preciosas que vinham do Brasil, o pó de arroz, os brilhos e o uso de perfumes, tal como era habitual na corte francesa. No entanto, o uso destes cosméticos não era uma forma de tratamento corporal mas sim para o embelezar e enfeitar, ou ainda como uma forma de atração do sexo oposto. Nesta época a higiene corporal não era um hábito, nem das mulheres nem dos homens e, por esta razão, usavam-se perfumes em grandes quantidades. A beleza seguia um determinado modelo e a toilette era a principal preocupação, tanto para as mulheres como para os homens.

Trabalho elaborado por
André Cardoso, nº 4,
Catarina Santos, nº 5
e Débora Pereira, nº 7, 6º E,
com orientação da profª Olga Basílio

domingo, 11 de dezembro de 2011

As armas da 1ª Guerra Mundial

CLIQUE
para conhecer o trabalho realizado pelas alunas do 9º A
Joana Lima, nº 8
Juliana Gomes, nº 12
Margarida Mota, nº 13
Rita Marcelino, nº 23
sobre as
armas da 1ª Guerra Mundial

Orientado pela professora Cândida Guimarães